Como evitar o glaucoma
 

 

Como evitar o glaucoma

 

Cerca de 500 mil brasileiros são vítimas dessa doença!

 

O glaucoma é uma doença assintomática e praticamente desconhecida por grande parte da população. Apesar disso, é considerada a segunda principal causa de cegueira irreversível no País. Perdendo apenas para a degeneração macular senil, o glaucoma afeta com maior freqüência pessoas acima de 40 anos, da raça negra e que tenham histórico familiar da doença. Estima-se que existam em torno de 66 milhões de glaucomatosos no mundo, sendo que mais de 5 milhões ficarão cegos.  No Brasil, existe atualmente, cerca de 500 mil portadores da doença.

Por ser um mal silencioso, o glaucoma é considerado o “ladrão furtivo da visão”. Devido a isso, 50% dos portadores de glaucoma ficam sem diagnóstico. O exame oftalmológico regular é muito importante. Detectado precocemente e com acompanhamento médico adequado, a maioria dos portadores de glaucoma poderiam chagar até o final da vida sem perder a visão.

Apesar de ser um procedimento simples e indolor, muitas pessoas não chegam ao diagnóstico da doença por não fazerem o exame oftalmológico de forma adequada. Nesse exame, mais do que observar deficiências na capacidade de enxergar, é preciso medir a pressão intra-ocular e examinar com bastante atenção a cabeça do nervo óptico. É nessa região que temos as alterações iniciais do glaucoma.

Garantir com que toda população possa fazer o exame oftalmológico completo é uma das maiores preocupações dos especialistas.

Como o glaucoma se desenvolve sem provocar sintomas, o principal desafio é diagnosticá-lo antes que comprometa a integridade da visão do paciente. Se o problema não for tratado, a evolução acontece culminando como se o paciente passasse a enxergar por um tubo cada vez mais estreito. “Uma vez perdida, a visão não é mais recuperada”.

Se for diagnosticado na fase inicial, pode-se controlar a pressão intra-ocular e impedir o surgimento de lesões que afetam de forma definitiva a visão. O tratamento inicial é realizado com o uso de colírios que na maioria das vezes podem ser suficientes. Também existe a opção do tratamento com a utilização de raios laser ou cirúrgico. O procedimento com laser, por exemplo, procura tratar o canal de drenagem do olho, fazendo diminuir o volume de líquido intra-ocular que se encontra acumulado e, conseqüentemente, da pressão.

Outra opção de tratamento é a cirurgia por drenagem, também denominada trabeculectomia, realizada quando os colírios e o laser não mais controlam a pressão intra-ocular. Com essa cirurgia, cria-se um novo canal de drenagem que permite que o humor aquoso seja eliminado do olho com mais facilidade.

Um dado muito importante é que o glaucoma não tem cura. Mesmo com a realização de laser ou cirurgia o paciente deverá ser acompanhado regularmente com exame de medida da pressão intra-ocular, campo visual e fotos do disco óptico.

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